terça-feira, 9 de junho de 2009

Uma Surpresa Deliciosa

Ela arquitetou tudo em sua mente. Queria surpreendê-lo. Por mais que as coisas entre os dois estivessem às mil maravilhas, qual o homem que não gosta de uma surpresinha no quesito sexo? E nisso ele não teve e nunca teria do que reclamar. Ela era um achado! Era linda, dessas mulheres de parar o trânsito. Gostava de sexo! E o melhor: gostava de sexo com ele! Estava sempre bem disposta e animada para as mais loucas ou mais calmas transas. E como era carinhosa, criativa e divertida! Ele se orgulhava disso e se esforçava ao máximo para fazer aquela mulher feliz em todos os sentidos. E pelas carinhas de satisfação que ela fazia após o sexo e a maneira como se aninhava em seus braços, relaxada e feliz, ele sentia que tinha sucesso nessa deliciosa empreitada. Paula e André foram feitos um para o outro em todos os sentidos.
Normalmente, ele chegava em casa entre 20:00 e 20:30 horas. Ela queria ter tudo preparado para que nada saísse errado. Depois de tantas insinuações na manhã daquela sexta-feira e do beijo caloroso que ele deu nela ao se despedirem para ir cada um para seu trabalho, ela sabia que aquela noite prometia. Chegou em casa no horário de sempre, às 18:00 horas e teve tempo suficiente para fazer todos os preparativos.
Paula escuta o carro parando na garagem, o barulho do portão elétrico fechando e a chave virar na fechadura da sala às 20:25 horas. André ficou surpreso pela iluminação na casa, feita com vários abajures distribuídos de um jeito que tudo ficou mais conchegante. E se depara com uma cena difícil de tirar da cabeça por dias e dias seguidos: Paula estava simplesmente linda e perfeita! Ele teve certeza mais uma vez: era um cara de sorte! Ela vestia um espartilho preto, que deixava sua cintura delicada e sinuosa, e seus seios estavam lindos em um decote discreto e provocante! Vestia uma calcinha também preta, amarrada nas laterais com lacinhos delicados. Os fios amarrados eram prateados e todo o contorno da calcinha também. Parecia mais uma joia do que uma calcinha. Combinava perfeitamente com os acessórios que sua mulher escolheu, preocupando-se com cada detalhezinho, o que ela sabia que era algo que André observava sempre. Brincos pequenos, de fios de prata, que se misturavam aos seus cabelos negros, um colar que ele havia lhe dado, todo cravejado com esmeraldas pequeninas. As pedras verdes combinam com seus olhos, disse ele ao lhe dar esse presente.
Além do espartilho e da calcinha, ela usava luvas pretas acetinadas, com mangas 3/4, e, especialmente para ele, uma sandália alta, delicada e que o enlouquecia. Ela sabia que este era um dos pontos fracos de seu marido. Ela sabia desarmá-lo sempre! Usava uma maquiagem leve que ressaltava seus olhos claros ainda mais, deixando-os marcantes e sedentos. Para completar a cena, Paula estava sentada na quina da bancada, sobre uma bandeja de prata, pernas elegantemente cruzadas, e com algemas nos pulsos, revestidas em pelúcia branca, como se fosse uma oferenda valiosa para seu homem. E que sorriso era aquele! A carinha dela mostrava sua ansiedade para ver a reação dele ao encontrá-la assim.
André ficou pasmo e largou suas coisas no chão, indo direto aos lábios dela. Beijaram-se sem dizer nada e as mãos dele percorriam as pernas e coxas grossas dela, o decote, a cintura, acariciando e apertando de leve. Ela estava toda cheirosa e apetitosa. E que oferenda numa bandeja para se encontrar numa sexta à noite, depois de uma semana exaustiva de trabalho, pensava ele!!! Ele puxou seus punhos algemados, entrando entre suas mãos e a fez abrir as pernas para que se encaixasse entre elas. A puxou para junto do seu corpo. Paula sentiu como ele estava duro e cruzou as pernas em torno dele. O beijo esquentava e ele ia beijando seu rosto, pescoço, cheirando seus cabelos, descendo pelo decote, retornando àquela boca deliciosa, carnuda e que o beijava com tanta sede. Ela diz baixinho no ouvido dele que está louca de tesão e que o quer rápido, com urgência e fúria.
André fica com mais tesão ainda ao escutar ela dizendo isso e desfaz o laço do lado direito da calcinha, se esquiva e sai do meio dos braços dela e a faz deitar na bancada. Pega seu pezinho direito, o apoia no ombro o beija, morde de leve olhando nos olhos dela enquanto escorre sua mão entre seus seios. Ele puxa o decote dela até deixar seus lindos seios expostos e os acaricia enquanto morde de leve o peito do seu pé, segurando a sandália dela pelo salto fino. Ela o pergunta se ele não vai abrir as algemas e ele, rindo, com cara de safado, faz que não com a cabeça e recebe dela um lindo e delicioso sorriso.
Ele apoia os dois pés dela naquele salto fino na beiradinha da bancada, afasta suas pernas e puxa a calcinha ainda amarrada do lado esquerdo. Desce pelas suas pernas, panturrilhas, coxas, beijando, mordendo de leve, degustando cada pedacinho da sua mulher, até que chega com os lábios em seu sexo e a ouve suspirar. Ele sabia o quanto ela adorava ser chupada e para atiçá-la, faz hora, beija pertinho, chupa a parte interna das coxas, a ouvindo respirar ofegante e mexendo seus quadris.
Paula pede baixinho e ele fala para ela dizer mais alto: Faz André. Não judia assim da sua linda. Me deixa sentir seu beijo, sua boca e sua língua. Com ela pedindo assim, tão manhosinha ele não resiste muito tempo e começa a passar a língua de leve, lambendo como um gatinho, num ritmo que a deixa gemendo baixinho de tesão. Ela leva as mãos algemadas até a cabeça dele fazendo um cafuné, acariciando seus cabelos. O tesão dela vai aumentando e ela deixa mais claros em seus gemidos o quanto gosta do jeito que ele faz aquilo. André diz para ela pedir o que ela quer, senão ele não faz e ela, toda gatinha, dengosa e mimada, pede para seu macho: Coloca ele todinho dentro de mim e me faz gozar junto com você, “pufavo”...rindo como uma menina mas com um olhar sensual de gata, de mulher, de fêmea que sabe o quanto quer um trato bem dado.
André apoia as duas pernas dela em seus ombros, puxando seu corpo pelas coxas e sentindo sua menina exatamente na reta para penetrá-la. Os dois tem uma sintonia tão grande que ela dá uma piscadinha sexy e ele um sorriso maroto, ao mesmo tempo, e ele começa a empurrar a cabecinha , pressionando a entradinha da menina dela. Ela suspira forte e fala baixinho: vem...vem entrando devagarinho. Me invade inteira. Eu quero ser sua.
Eles se dão as mãos e entrelaçam os dedos, os punhos dela unidos pelas algemas, e ela firma a mão nas dele, para que ele a puxe devagar. Ele vai entrando nela, úmida e extasiada de prazer, sentindo ela apertada, contraindo enquanto ele vagarosamente e delirando pela gostosura de penetrá-la, fecha os olhos e sente que está inteirinho dentro dela. Quando olha pra ela, ama a cena de vê-la deitada na bancada estreita, perfeitamente equilibrada e confiante nas mãos do seu homem que não e a deixaria cair nunca dali, arqueando sua coluna, suas costas e rebolando devagar sentindo o membro dele toda todas suas partes internas. André então começa num movimento de vai e vem lento e ritmado, mas tão gostoso, que ela diz que não aguenta muito tempo depois dele chupá-la com tanto empenho e penetrá-la gostoso daquele jeito.
Ele ri pra ela e diz que ela é tão deliciosa e que ele está com tanto tesão, que eles poderiam fazer uma rapidinha gostosa como nos tempos de namoro. Ela dia: Faz! Faz assim. Goza comigo então, vai. E ele começa a acelerar o ritmo e aumentar o prazer dos dois. Ela rebolando nele segurando suas mãos com muita firmeza, com as costas suspensas da bancada e ele num ritmo frenético. Ela diz baixinho que vai gozar e ele a puxa abraçando-a e dizendo eu ele também e a beija, e os dois chegam ao prazer máximo assim, unidos, se beijando, estremecendo, suando, entre gemidos, ais deliciosos e espasmos.
Mesmo depois do gozo ele continua dentro dela, a beijando daquele jeito delicioso mordendo os lábios, sugando, chupando, prendendo-a em seu corpo, até que seus corpos começam a esfriar. Ele rindo pergunta onde está a chave das algemas para soltá-la. Ela indica e mesinha de centro, ele “liberta” seus punhos e a abraça por trás dizendo que a ama, que o homem mais sortudo do mundo e a convida, já a encaminhando para o chuveiro, para um banho a dois, envolto de carinho, massagens e dengos de casais felizes depois que gozam juntos e fica aquele climinha bom de romance aceso por horas e horas entre os dois.




4 comentários:

  1. Olá minha musa. Solvi cada palavra com intensidade, vivenciando cada momento. Deliciosamente.
    Adorei

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  2. Adorei, seu conto me excitei e fiquei bem envolvido. Tem uma pitada de sensualidade sem ser vulgar.

    IRON MAN

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  3. UHmm... como sempre... deliciosamente sexy e envolvente... nossa... vc é Especial sabia! Continue, precisamos de vc!!! Bjs

    Magus

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  4. Oi delicia, e os novos contos? estou ansioso! Bom, ainda tem meu msn, se quiser tc, estou sempre a sua espera... bjs

    Magus

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Mistéria