Ela sabia que o tempo de banho dele seria longo. Chegou cansado do trabalho, fez um lanche caprichado e queria mais é tomar um banho longo, demorado, relaxante e ficar deitado vendo TV, deitado em seu colo, recebendo um cafuné gostoso e aguardando que o sono chegasse. Mas ela sabia também que tinha o poder de mudar a noite dele com sua criatividade. Cheia de malícia e vontade de agradá-lo, decidiu fazê-lo então. Logo que ele entrou para o chuveiro, ela resolveu agir em prol de uma noite de sexo gostoso para o dois.
Tomou as providências mais urgentes para deixá-lo excitado: sua roupa, maquiagem e sapatos! O resto? Claro que importa, mas são coisas secundárias!!! Ela sabe se valorizar, oras!!! Então, depois de pronta, somente sem os saltos, para que ele não a escutasse, deu uma mudada no ambiente da sala, onde ele viria após o banho procurá-la para se aninhar em seus braços. Forrou o sofá com um edredom xadrez escuro que combinavam com a cor das almofadas. De iluminação, usou velas brancas, simples, colocadas em suportes de vidro. Eram 8 ao todo, circulando o lugar central onde ficariam.
Ela se sentia excitada porque sabia que ele enlouquecia quando ela fazia estas coisas deliciosas para ele. Depois de tudo pronto escutou o chuveiro sendo desligado justamente quando acabava de abotoar suas sandálias que lhe envolviam os tornozelos.
Ele saiu do chuveiro, esfregando a toalha em seu peito, se encaminhando para a sala somente numa cueca branca e deparou com a imagem da sua companheira que o deixou sem fôlego: Ela era incrível na cama! Mesmo assim ela sempre conseguia o surpreender! E agora lia pensamento sobre seus fetiches também? Ficou parado próximo ao portal vislumbrando aquela fascinante colegial, sentada como uma menina certinha, de rabo de cavalo, camisete branca com um decote discreto, mas seios arredondados e formosos sobre o pano, uma sainha curta, pregueada, preta, mostrando coxas volumosas, sensuais e com o belo detalhe de um lacinho branco na coxa direita e saltos de uma sandália de salto agulha. Os pés pequenos, com esmalte escuro, uma pulseira fininha prateada, um anel com uma turmalina rosa, brincos pequenos e discretos. Maquiagem fraquinha nos olhos e somente um gloss transparente nos lábios. Os óculos dava um ar angelical e aumentava a insinuação de uma estudante séria. Ele adorava observar e beijar cada um destes detalhes.
Ele jogou a toalha em cima da mesa e foi direto aos lábios dela, se ajoelhando entre suas pernas e a envolvendo em um beijo cheio de tesão. Mordia, beijava e envolvia seus lábios num beijo que dizia mais que mil palavras. As mãos dela envolviam seus cabelos molhados na nuca e as gotinhas de água do banho que ainda restavam em seu corpo. Sentia seu homem entre suas coxas, ajoelhado e maravilhado...a beijando e a olhando nos olhos, num ato de extrema intimidade. As mãos dele estavam afoitas e a apertavam em torno da cintura, puxando-a para si. Começaram a acariar e apertar de leve a cintura...descendo vagarosamente para as coxas e entrando por baixo daquela curta mini-saia. Logo ele descobriu que ela usava uma daquelas calcinhas que o deixavam louco, amarradinha na lateral e puxando os dois lados de uma só vez e se livrando dela pôde tocar em sua menina, arrancando dela um suspiro baixo, mas intenso. Ainda a beijando a fez ir deitando aos poucos e enquanto ela ia se afastando sua boca descia beijando daquele jeito gostoso o pescoço...o decote, enquanto uma das mãos abaixava o zíper e ia descendo, acompanhado pelos lábios e língua, quentes, sedentos, carinhosos. Chega em seu umbigo e as mãos acariciam e apertam os seios, mas quando ela menos esperava elas já tomam outras ações, não dando a ela tempo de pensar ou acompanhar tudo que se seguia. Como amava aquelas mãos!! Com notável sabedoria, ele desabotoa seu sutien que se prendia na frente e com a outra mão afastou suas pernas e a colocou sob sua sainha, beijando entre suas coxas e mordendo de leve, perto e mais perto, até sentir sua xaninha quente e úmida de desejo. Ela age finalmente depois de ser tomada por tamanha vontade e se livra da blusa e do sutien já abertos. Ele passa de leve sua língua em seu grelinho e sente ela estremecer em suas mãos. Sabe fazer como ela gosta e pelo seu jeito de gemer ele sabe como ela está acesa e excitada.
Começa a chupar ele com jeitinho, sentindo as mãos dela acariciarem seu rosto e começa a brincar na portinha de sua xaninha com um dedinho. Faz que vai colocá-lo nela e volta, deixando-a louca. Quando sente que está quase gozando, ela sai bruscamente e junta as pernas, não dando tempo à ele de segurá-la. Antes que ele perca aquele tesão todo ela diz que quer que ele realize um fetiche seu e levanta puxando-o pela mão. A casa está às escuras. Somente as velas brilham. Ela abre a porta dos fundos, que chega à lavanderia, que é aberta e tem uma varanda com vista para um lindo jardim na lateral da casa, de onde pode-se avistar várias janelas de vizinhos. Ela se apóia com as duas mãos no parapeito e ele a braça por trás, deixando-a sentir seu pau duro a querendo.
Naquele silêncio entre os dois e entre os barulhos da rua e sons distantes entre as casas vizinhas, ela pede: Me fode assim de costas pra você, aqui, em pé. Ventava e sua saia era levada...Ele a chama de louca, sussurrando em seu ouvido e diz que claro que iria fodê-la ali. Faria qualquer coisa que ela pedisse porque ela era a mulher da sua vida e ele adorava ter tido a sorte de unir a mulher que amava com uma personalidade perfeita na cama, que se encaixava direitinho em seus sonhos e vontades. E levantando a saia dela ele colocou a cabecinha do seu pau na portinha da xaninha dela. Adorava vê-la assim de costas, empinadinha pra ele, naquele salto alto. Agarrou-a pela cintura e foi penetrando e enlouquecendo com os gemidos dela. Com receio de excesso de barulho e para aumentar ainda mais a adrenalina, tapou sua boca com uma das mãos e ela procurou chupar um de seus dedos, deixando-o ainda mais louco. Ele foi fudendo e escutando seu gemido abafado e fazendo gostoso, metendo num ritmo que sabia que a faria gozar. Em pouco tempo viu como ela estava louca e aumentou o ritmo, puxando a para si pelo quadril e quando a sentiu quase sentando em seu colo disse no ouvido dela bem baixinho: goza pra mim, minha linda. Goza gostoso junto comigo. Goza e me sinta gozando dentro de você. Isso meu amor, rebola assim. E foi se aproximando e abraçando-a, sentindo que ela quase não se aguentava em pé pela trepadinha gostosa e pelo orgasmo intenso que teve... Abraçou o corpo de sua mulher, ali no escuro, no vento, sentindo seus cabelos voarem e acariciando seus seios, sua barriga, fazendo-a deitar a cabeça em seu ombro, foi tirando seu membro de dentro dela. Ela sentiu o gozo dele lhe escorrer pelas pernas e estremeceu quando ele enfim a abraçou e envolveu por completo. Estava em êxtase, arrepiada e sentia a mão dele a acariciando os braços e falando baixinho repetidas vezes em seu ouvido: eu te amo...eu te amo...eu te amo...eu te amo...
Nesta noite, depois de um delicioso banho juntos, com direito a massagens em suas costas enquanto a água quente escorria e deslizava por seu corpo, ela sorriu no escuro, escutando-o ressonar gostoso em seu ouvido como uma criança durante um sono tranquilo, abraçadinho à ela deitados de conchinha. Se sentiu uma mulher realizada com o homem que tinha escolhido para si. Sabia que nunca se arrependeria da escolha. E sabia em seu íntimo que ele também não. Porque se amavam e se adoravam na cama. E isso lhes bastava.
Dormiu sentindo sua respiração junto com a dele. Sentindo o calor de seu corpo junto ao seu e agradecendo por saberem se dar valor.
Afinal, precisamos estar atentos. Nem sempre a felicidade nos sorri ou nos bate à porta mais de uma vez na vida!! Esteja sempre de prontidão!
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
terça-feira, 9 de junho de 2009
Uma Surpresa Deliciosa
Ela arquitetou tudo em sua mente. Queria surpreendê-lo. Por mais que as coisas entre os dois estivessem às mil maravilhas, qual o homem que não gosta de uma surpresinha no quesito sexo? E nisso ele não teve e nunca teria do que reclamar. Ela era um achado! Era linda, dessas mulheres de parar o trânsito. Gostava de sexo! E o melhor: gostava de sexo com ele! Estava sempre bem disposta e animada para as mais loucas ou mais calmas transas. E como era carinhosa, criativa e divertida! Ele se orgulhava disso e se esforçava ao máximo para fazer aquela mulher feliz em todos os sentidos. E pelas carinhas de satisfação que ela fazia após o sexo e a maneira como se aninhava em seus braços, relaxada e feliz, ele sentia que tinha sucesso nessa deliciosa empreitada. Paula e André foram feitos um para o outro em todos os sentidos.
Normalmente, ele chegava em casa entre 20:00 e 20:30 horas. Ela queria ter tudo preparado para que nada saísse errado. Depois de tantas insinuações na manhã daquela sexta-feira e do beijo caloroso que ele deu nela ao se despedirem para ir cada um para seu trabalho, ela sabia que aquela noite prometia. Chegou em casa no horário de sempre, às 18:00 horas e teve tempo suficiente para fazer todos os preparativos.
Paula escuta o carro parando na garagem, o barulho do portão elétrico fechando e a chave virar na fechadura da sala às 20:25 horas. André ficou surpreso pela iluminação na casa, feita com vários abajures distribuídos de um jeito que tudo ficou mais conchegante. E se depara com uma cena difícil de tirar da cabeça por dias e dias seguidos: Paula estava simplesmente linda e perfeita! Ele teve certeza mais uma vez: era um cara de sorte! Ela vestia um espartilho preto, que deixava sua cintura delicada e sinuosa, e seus seios estavam lindos em um decote discreto e provocante! Vestia uma calcinha também preta, amarrada nas laterais com lacinhos delicados. Os fios amarrados eram prateados e todo o contorno da calcinha também. Parecia mais uma joia do que uma calcinha. Combinava perfeitamente com os acessórios que sua mulher escolheu, preocupando-se com cada detalhezinho, o que ela sabia que era algo que André observava sempre. Brincos pequenos, de fios de prata, que se misturavam aos seus cabelos negros, um colar que ele havia lhe dado, todo cravejado com esmeraldas pequeninas. As pedras verdes combinam com seus olhos, disse ele ao lhe dar esse presente.
Além do espartilho e da calcinha, ela usava luvas pretas acetinadas, com mangas 3/4, e,
especialmente para ele, uma sandália alta, delicada e que o enlouquecia. Ela sabia que este era um dos pontos fracos de seu marido. Ela sabia desarmá-lo sempre! Usava uma maquiagem leve que ressaltava seus olhos claros ainda mais, deixando-os marcantes e sedentos. Para completar a cena, Paula estava sentada na quina da bancada, sobre uma bandeja de prata, pernas elegantemente cruzadas, e com algemas nos pulsos, revestidas em pelúcia branca, como se fosse uma oferenda valiosa para seu homem. E que sorriso era aquele! A carinha dela mostrava sua ansiedade para ver a reação dele ao encontrá-la assim.
André ficou pasmo e largou suas coisas no chão, indo direto aos lábios dela. Beijaram-se sem dizer nada e as mãos dele percorriam as pernas e coxas grossas dela, o decote, a cintura, acariciando e apertando de leve. Ela estava toda cheirosa e apetitosa. E que oferenda numa bandeja para se encontrar numa sexta à noite, depois de uma semana exaustiva de trabalho, pensava ele!!! Ele puxou seus punhos algemados, entrando entre suas mãos e a fez abrir as pernas para que se encaixasse entre elas. A puxou para junto do seu corpo. Paula sentiu como ele estava duro e cruzou as pernas em torno dele. O beijo esquentava e ele ia beijando seu rosto, pescoço, cheirando seus cabelos, descendo pelo decote, retornando àquela boca deliciosa, carnuda e que o beijava com tanta sede. Ela diz baixinho no ouvido dele que está louca de tesão e que o quer rápido, com urgência e fúria.
André fica com mais tesão ainda ao escutar ela dizendo isso e desfaz o laço do lado direito da calcinha, se esquiva e sai do meio dos braços dela e a faz deitar na bancada. Pega seu pezinho direito, o apoia no ombro o beija, morde de leve olhando nos olhos dela enquanto escorre sua mão entre seus seios. Ele puxa o decote dela até deixar seus lindos seios expostos e os acaricia enquanto morde de leve o peito do seu pé, segurando a sandália dela pelo salto fino. Ela o pergunta se ele não vai abrir as algemas e ele, rindo, com cara de safado, faz que não com a cabeça e recebe dela um lindo e delicioso sorriso.
Ele apoia os dois pés dela naquele salto fino na beiradinha da bancada, afasta suas pernas e puxa a calcinha ainda amarrada do lado esquerdo. Desce pelas suas pernas, panturrilhas, coxas, beijando, mordendo de leve, degustando cada pedacinho da sua mulher, até que chega com os lábios em seu sexo e a ouve suspirar. Ele sabia o quanto ela adorava ser chupada e para atiçá-la, faz hora, beija pertinho, chupa a parte interna das coxas, a ouvindo respirar ofegante e mexendo seus quadris.
Paula pede baixinho e ele fala para ela dizer mais alto: Faz André. Não judia assim da sua linda. Me deixa sentir seu beijo, sua boca e sua língua. Com ela pedindo assim, tão manhosinha ele não resiste muito tempo e começa a passar a língua de leve, lambendo como um gatinho, num ritmo que a deixa gemendo baixinho de tesão. Ela leva as mãos algemadas até a cabeça dele fazendo um cafuné, acariciando seus cabelos. O tesão dela vai aumentando e ela deixa mais claros em seus gemidos o quanto gosta do jeito que ele faz aquilo. André diz para ela pedir o que ela quer, senão ele não faz e ela, toda gatinha, dengosa e mimada, pede para seu macho: Coloca ele todinho dentro de mim e me faz gozar junto com você, “pufavo”...rindo como uma menina mas com um olhar sensual de gata, de mulher, de fêmea que sabe o quanto quer um trato bem dado.
André apoia as duas pernas dela em seus ombros, puxando seu corpo pelas coxas e sentindo sua menina exatamente na reta para penetrá-la. Os dois tem uma sintonia tão grande que ela dá uma piscadinha sexy e ele um sorriso maroto, ao mesmo tempo, e ele começa a empurrar a cabecinha , pressionando a entradinha da menina dela. Ela suspira forte e fala baixinho: vem...vem entrando devagarinho. Me invade inteira. Eu quero ser sua.
Eles se dão as mãos e entrelaçam os dedos, os punhos dela unidos pelas algemas, e ela firma a mão nas dele, para que ele a puxe devagar. Ele vai entrando nela, úmida e extasiada de prazer, sentindo ela apertada, contraindo enquanto ele vagarosamente e delirando pela gostosura de penetrá-la, fecha os olhos e sente que está inteirinho dentro dela. Quando olha pra ela, ama a cena de vê-la deitada na bancada estreita, perfeitamente equilibrada e confiante nas mãos do seu homem que não e a deixaria cair nunca dali, arqueando sua coluna, suas costas e rebolando devagar sentindo o membro dele toda todas suas partes internas. André então começa num movimento de vai e vem lento e ritmado, mas tão gostoso, que ela diz que não aguenta muito tempo depois dele chupá-la com tanto empenho e penetrá-la gostoso daquele jeito.
Ele ri pra ela e diz que ela é tão deliciosa e que ele está com tanto tesão, que eles poderiam fazer uma rapidinha gostosa como nos tempos de namoro. Ela dia: Faz! Faz assim. Goza comigo então, vai. E ele começa a acelerar o ritmo e aumentar o prazer dos dois. Ela rebolando nele segurando suas mãos com muita firmeza, com as costas suspensas da bancada e ele num ritmo frenético. Ela diz baixinho que vai gozar e ele a puxa abraçando-a e dizendo eu ele também e a beija, e os dois chegam ao prazer máximo assim, unidos, se beijando, estremecendo, suando, entre gemidos, ais deliciosos e espasmos.
Mesmo depois do gozo ele continua dentro dela, a beijando daquele jeito delicioso mordendo os lábios, sugando, chupando, prendendo-a em seu corpo, até que seus corpos começam a esfriar. Ele rindo pergunta onde está a chave das algemas para soltá-la. Ela indica e mesinha de centro, ele “liberta” seus punhos e a abraça por trás dizendo que a ama, que o homem mais sortudo do mundo e a convida, já a encaminhando para o chuveiro, para um banho a dois, envolto de carinho, massagens e dengos de casais felizes depois que gozam juntos e fica aquele climinha bom de romance aceso por horas e horas entre os dois.
Normalmente, ele chegava em casa entre 20:00 e 20:30 horas. Ela queria ter tudo preparado para que nada saísse errado. Depois de tantas insinuações na manhã daquela sexta-feira e do beijo caloroso que ele deu nela ao se despedirem para ir cada um para seu trabalho, ela sabia que aquela noite prometia. Chegou em casa no horário de sempre, às 18:00 horas e teve tempo suficiente para fazer todos os preparativos.
Paula escuta o carro parando na garagem, o barulho do portão elétrico fechando e a chave virar na fechadura da sala às 20:25 horas. André ficou surpreso pela iluminação na casa, feita com vários abajures distribuídos de um jeito que tudo ficou mais conchegante. E se depara com uma cena difícil de tirar da cabeça por dias e dias seguidos: Paula estava simplesmente linda e perfeita! Ele teve certeza mais uma vez: era um cara de sorte! Ela vestia um espartilho preto, que deixava sua cintura delicada e sinuosa, e seus seios estavam lindos em um decote discreto e provocante! Vestia uma calcinha também preta, amarrada nas laterais com lacinhos delicados. Os fios amarrados eram prateados e todo o contorno da calcinha também. Parecia mais uma joia do que uma calcinha. Combinava perfeitamente com os acessórios que sua mulher escolheu, preocupando-se com cada detalhezinho, o que ela sabia que era algo que André observava sempre. Brincos pequenos, de fios de prata, que se misturavam aos seus cabelos negros, um colar que ele havia lhe dado, todo cravejado com esmeraldas pequeninas. As pedras verdes combinam com seus olhos, disse ele ao lhe dar esse presente.
Além do espartilho e da calcinha, ela usava luvas pretas acetinadas, com mangas 3/4, e,
especialmente para ele, uma sandália alta, delicada e que o enlouquecia. Ela sabia que este era um dos pontos fracos de seu marido. Ela sabia desarmá-lo sempre! Usava uma maquiagem leve que ressaltava seus olhos claros ainda mais, deixando-os marcantes e sedentos. Para completar a cena, Paula estava sentada na quina da bancada, sobre uma bandeja de prata, pernas elegantemente cruzadas, e com algemas nos pulsos, revestidas em pelúcia branca, como se fosse uma oferenda valiosa para seu homem. E que sorriso era aquele! A carinha dela mostrava sua ansiedade para ver a reação dele ao encontrá-la assim.André ficou pasmo e largou suas coisas no chão, indo direto aos lábios dela. Beijaram-se sem dizer nada e as mãos dele percorriam as pernas e coxas grossas dela, o decote, a cintura, acariciando e apertando de leve. Ela estava toda cheirosa e apetitosa. E que oferenda numa bandeja para se encontrar numa sexta à noite, depois de uma semana exaustiva de trabalho, pensava ele!!! Ele puxou seus punhos algemados, entrando entre suas mãos e a fez abrir as pernas para que se encaixasse entre elas. A puxou para junto do seu corpo. Paula sentiu como ele estava duro e cruzou as pernas em torno dele. O beijo esquentava e ele ia beijando seu rosto, pescoço, cheirando seus cabelos, descendo pelo decote, retornando àquela boca deliciosa, carnuda e que o beijava com tanta sede. Ela diz baixinho no ouvido dele que está louca de tesão e que o quer rápido, com urgência e fúria.
André fica com mais tesão ainda ao escutar ela dizendo isso e desfaz o laço do lado direito da calcinha, se esquiva e sai do meio dos braços dela e a faz deitar na bancada. Pega seu pezinho direito, o apoia no ombro o beija, morde de leve olhando nos olhos dela enquanto escorre sua mão entre seus seios. Ele puxa o decote dela até deixar seus lindos seios expostos e os acaricia enquanto morde de leve o peito do seu pé, segurando a sandália dela pelo salto fino. Ela o pergunta se ele não vai abrir as algemas e ele, rindo, com cara de safado, faz que não com a cabeça e recebe dela um lindo e delicioso sorriso.
Ele apoia os dois pés dela naquele salto fino na beiradinha da bancada, afasta suas pernas e puxa a calcinha ainda amarrada do lado esquerdo. Desce pelas suas pernas, panturrilhas, coxas, beijando, mordendo de leve, degustando cada pedacinho da sua mulher, até que chega com os lábios em seu sexo e a ouve suspirar. Ele sabia o quanto ela adorava ser chupada e para atiçá-la, faz hora, beija pertinho, chupa a parte interna das coxas, a ouvindo respirar ofegante e mexendo seus quadris.Paula pede baixinho e ele fala para ela dizer mais alto: Faz André. Não judia assim da sua linda. Me deixa sentir seu beijo, sua boca e sua língua. Com ela pedindo assim, tão manhosinha ele não resiste muito tempo e começa a passar a língua de leve, lambendo como um gatinho, num ritmo que a deixa gemendo baixinho de tesão. Ela leva as mãos algemadas até a cabeça dele fazendo um cafuné, acariciando seus cabelos. O tesão dela vai aumentando e ela deixa mais claros em seus gemidos o quanto gosta do jeito que ele faz aquilo. André diz para ela pedir o que ela quer, senão ele não faz e ela, toda gatinha, dengosa e mimada, pede para seu macho: Coloca ele todinho dentro de mim e me faz gozar junto com você, “pufavo”...rindo como uma menina mas com um olhar sensual de gata, de mulher, de fêmea que sabe o quanto quer um trato bem dado.
André apoia as duas pernas dela em seus ombros, puxando seu corpo pelas coxas e sentindo sua menina exatamente na reta para penetrá-la. Os dois tem uma sintonia tão grande que ela dá uma piscadinha sexy e ele um sorriso maroto, ao mesmo tempo, e ele começa a empurrar a cabecinha , pressionando a entradinha da menina dela. Ela suspira forte e fala baixinho: vem...vem entrando devagarinho. Me invade inteira. Eu quero ser sua.
Eles se dão as mãos e entrelaçam os dedos, os punhos dela unidos pelas algemas, e ela firma a mão nas dele, para que ele a puxe devagar. Ele vai entrando nela, úmida e extasiada de prazer, sentindo ela apertada, contraindo enquanto ele vagarosamente e delirando pela gostosura de penetrá-la, fecha os olhos e sente que está inteirinho dentro dela. Quando olha pra ela, ama a cena de vê-la deitada na bancada estreita, perfeitamente equilibrada e confiante nas mãos do seu homem que não e a deixaria cair nunca dali, arqueando sua coluna, suas costas e rebolando devagar sentindo o membro dele toda todas suas partes internas. André então começa num movimento de vai e vem lento e ritmado, mas tão gostoso, que ela diz que não aguenta muito tempo depois dele chupá-la com tanto empenho e penetrá-la gostoso daquele jeito.
Ele ri pra ela e diz que ela é tão deliciosa e que ele está com tanto tesão, que eles poderiam fazer uma rapidinha gostosa como nos tempos de namoro. Ela dia: Faz! Faz assim. Goza comigo então, vai. E ele começa a acelerar o ritmo e aumentar o prazer dos dois. Ela rebolando nele segurando suas mãos com muita firmeza, com as costas suspensas da bancada e ele num ritmo frenético. Ela diz baixinho que vai gozar e ele a puxa abraçando-a e dizendo eu ele também e a beija, e os dois chegam ao prazer máximo assim, unidos, se beijando, estremecendo, suando, entre gemidos, ais deliciosos e espasmos.
Mesmo depois do gozo ele continua dentro dela, a beijando daquele jeito delicioso mordendo os lábios, sugando, chupando, prendendo-a em seu corpo, até que seus corpos começam a esfriar. Ele rindo pergunta onde está a chave das algemas para soltá-la. Ela indica e mesinha de centro, ele “liberta” seus punhos e a abraça por trás dizendo que a ama, que o homem mais sortudo do mundo e a convida, já a encaminhando para o chuveiro, para um banho a dois, envolto de carinho, massagens e dengos de casais felizes depois que gozam juntos e fica aquele climinha bom de romance aceso por horas e horas entre os dois.

segunda-feira, 18 de maio de 2009
02 - Sensibilidade à Flor da Pele
(Trilha sonora ao escrever? Beyonce - check on it / Beyonce - Irreplaceable / Beyonce VS Shakira - Beautiful Liar. Sugestão pessoal? Escute enquanto lê este conto!)
Ela se sentiu sensível e excitada desde o momento que acordou. Passou o dia com imagens sensuais, coisas provocantes e vontades contidas. Ao final do dia, decidiu que um banho a ajudaria a se sentir melhor e mais tranquila. Estava tirando suas roupas quando uma mensagem pra lá de ousada chega em seu celular. Era ele! Aquele que vive invadindo seus sonhos, fantasias e fetiches sem ser convidado. Namorado? Não! Em comum acordo, decidiram que não queriam isso. Algo maduro, já que são dois adultos independentes e de cabeça aberta.
Na mensagem dizia somente o trivial: "Vontade de ter você!"
Ela sorriu. Gostava do jeitinho sutil que ele a atiçava. E como a atiçava! Era simples e ao mesmo tempo tão íntimo. E isso a deixava encantada. Deixou seu celular no bolso do roupão branco que vestia e abriu o chuveiro. Teve o cuidado de prender seus cabelos e assim que entrou embaixo do chuveiro escutou outro som de mensagem chegando. Com seu corpo molhado, secando somente a mão, leu: "Pare o que está fazendo e venha ser minha! Eu sei que você também quer... estou esperando você!".
Ela retornou ao chuveiro, já excitada com a força pedante com que ele a provocava. E pensando que o pior é que ele sabia exatamente como tê-la quando e onde quisesse. Tomou seu banho pensando nele. Pensando no toque das suas mãos. E em lampejos de tesão e desejo, suas próprias mãos se transformavam nas mãos dele. Percorriam colo, seios, barriga, cintura, pernas, coxas, virilha... Tinha vontade de se tocar. Pensar nele e na forma como a dominava psicologicamente a deixava excitada, cheia desejos e com o tesão à flor da pele. Ali mesmo, ainda no banho, decidiu que faria a vontade dele: iria parar tudo e ir ao seu encontro.
Saiu do banho sentindo-se excitada pela expectativa de vê-lo. Sabia dos gostos e provocações que o deixavam louco. Escolheu com muito cuidado o que vestir: Um corpete branco, tomara que caia, rico em detalhes, mas simples ao mesmo tempo. A calcinha, combinava com o corpete, com um pouco de brilho na parte da frente, pequena, de tiras nas laterais e minúscula atrás, ressaltando um bumbum empinado, com aquela leve penugem dourada de quem se expõe ao sol de tempos em tempos. Para completar o look, um jeans, claro, justo e de cintura baixa.
Nos bolsos de trás, pedrinhas brilhavam e ajudavam-na ficar ainda mais sensual. Como a noite não estava das mais quentes, vestiu um casaco que escondia toda a sensualidade daquele corpete branco e provocante e fechou o zíper até o pescoço, escondendo até mesmo o colarzinho que usava, e que morria à altura do meio de seus seios. Era um pingente que brilhava tanto quanto as pedrinhas dos bolsos do seu jeans, justo, claro e sexy. Calçava um scarpan preto, de salto agulha que a deixava com uma pose de mulher. Tirava sua imagem natural de menina, que seria ressaltada caso optasse por um tênis ou uma bota. Comum demais para ela neste instante. Queria mesmo era instigá-lo. Provocar. Seduzir. Fazer suas vontades pedidas nas mensagens. Complementos? Claro! Perfume entre os seios, nos lacinhos da calcinha, na parte interna das coxas. Brincos de argola prateados. Uma pulseira para acompanhar as pedrinhas do jeans e do pingente. E, o prato principal: ela mesma, com toda sua vontade de entrega e de se saciar.
Passou em sua adega. Um vinho chileno e 2 taças. O suficiente para minutos que precedem o que mais se quer. Desceu do táxi, altiva, e de uma forma deslumbrante. Cabelos ao vento, arrumada, maquiagem marcante nos olhos. Lábios com um brilho sutil de gloss, suficientemente sexy para que seus lábios grossos e carnudos fossem notados. O porteiro do prédio, conhecido já há algum tempo, diz boa noite, comendo-a com os olhos. Ela responde com um sorriso, num misto de sensualidade, simpatia, educação e exalando feminilidade. Decide pelas escadas. Liga para ele do seu celular dizendo que está subindo degrau por degrau. Ele ouve, através do aparelho, o som das suas passadas e dos saltos, batendo no chão. Aquela cadência e ritmo o fazem imaginá-la de salto e ele sorri ao perceber que ela se preocupou em usar algo que ele gosta. Ela pede para ele que destranque a porta e que prepare algo para abrir o vinho que ela tem nas mãos e para que ele volte correndo e a espere na porta.
O frenesi ocorre em ambos quando ela vira deslumbrante e impecável, o último lance da escada e seus olhos claros se deparam com os dele enquanto ela sobe linda e em câmera lenta. Ele veste um jeans azul tradicional, camiseta hering branca e descalço, sorrindo para a imagem da mulher que é seu objeto desejo. Corre a mão pelos cabelos, ciente de que este gesto que ele ouviu em uma confidência dela, entre sussurros, a seduz profundamente e ele o faz justamente para provocá-la, com aquele sorriso delicioso, audacioso e atrevido.
Ela acaba de subir os últimos degraus sorrindo para ele. Aquela aparência de largado, descalço e barba por fazer, a faz suspirar de desejo. Aquele homem realmente mexia com todos os sentidos dela. Sente um arrepio subir por sua espinha quando ele simplesmente pousa a mão em sua cintura e lhe beija a face, esbarrando propositalmente o canto de seus lábios nos dela.
Ela entra. Ele deixou o apartamento à meia luz, iluminado somente por velas e ela percebe a ausência da mesa de centro no tapete da sala. Pousa então as taças pendentes em sua mão sobre o chão, agachando-se e sentando sobre suas próprias pernas. O tapete branco, felpudo, é um convite para simplesmente ignorar o sofá. Ela pede, olhando nos olhos de um jeito meigo e dengoso, que ele coloque algo para escutarem. Enquanto isso, ele a devora com os olhos. Abre o vinho e deixa a garrafa na mão dela, enquanto passa em direção ao som. Tudo em volta chama e aguça a sensualidade existente entre os dois. Pouca luz, muitas trocas de olhares, o vento que embala levemente as cortinas leves e que faz o mensageiro do vento e o filtro dos sonhos, pendurados na varanda, darem sinal de que estão ali testemunhando tudo que irá acontecer naquele local. Ele coloca algo calmo, para que possam se ouvir. Gostam de trilhas como Jack Johnson, que é a escolha dele e que a agrada muito naquele momento.
Não que necessariamente ele queira conversar, mas quer e precisa ouví-la.

Ao se sentar ao lado dela, pega em sua mão a taça com o vinho tinto, seco, escuro e brinda olhando-a nos olhos. Conversam com milhões de intenções nas entrelinhas de cada frase dita. Divertem-se juntos. Não se cobram nada. E isso torna o prazer da companhia algo saudável, agradável e sem culpas, deixando-os livres para simplesmente se curtirem. É ela quem avança o sinal. Mesmo sabendo que foi ele quem a chamou. Que foi ele quem cedeu primeiro. Que foi ele quem teve que pedir e quase suplicar a presença dela. Ela avança! E avança com firmeza. Como uma mulher que se conhece e que necessita cessar suas vontades. Seus olhos clamam pelos olhares dele. Suas mãos querem tocá-lo. Seu corpo inteiro pede para ser tomado e ela, num ímpeto de desejo e fúria, toma a taça de sua mão, pousando-a ao lado da sua, no chão. O empurra com carinho, com a mão espalmada sobre o centro do seu peito e o faz deitar e se apoiar sobre seus cotovelos. Ajoelhada então, de frente para ele, decide mostrar que sua vontade a levou a ser detalhista quando abriu as portas de seu guarda-roupa.
Olhando em seus olhos, abre vagarosamente o zíper de seu casaco, revelando a ele o corpete branco, justo, sensual, decotado e cheio de detalhes. Pendurado em seu pescoço, em meio aos seus cabelos soltos, a corrente com o pingente brilhante em formato de um gato. Ele olha para ela com o desejo de possuí-la e esta simples provocação de empurrá-lo e tirar seu casado o faz ter a atitude que ela mais queria: Ele a segura pelos quadris com a mão esquerda e segurando-a pelos cabelos da nuca trás sua boca até a dele, a envolvendo em um beijo quente, lento, provocante, intermediado por mordidas gostosas, sussurros onde não se entende nada e ao mesmo tempo se entende tudo. Ele a puxa pro chão, fazendo-a deitar de bruços e ágil e voraz, abre seu jeans e se deita sobre ela, entrando vagarosamente com a mão quente e voluntariosa por dentro de sua calcinha.
Fica louco ao perceber que sua veste de baixo é fina, delicada e pequena. Provocante. Tem certeza que ela escolheu pensando nas preferências dele. Numa tara louca se afasta e abaixa a calça dela até o meio de suas coxas, vislumbrando aquela calcinha branca, combinada com o corpete. Tudo é perfeito. A música, a visão daquela pele morena, o contraste com o branco, a mistura entre pureza e depravação, a malícia dela ao escolher aquelas peças provocantes para tirá-lo do sério. Ele se sentia o homem mais feliz do mundo por ter o poder de atrair para si uma fêmea que sabe o que quer, quando quer, como quer e o quanto quer. Sentia que naquele momento, ela era sua. Totalmente sua. E que ele era seu dono, seu macho, e iria se satisfazer ao se bel prazer utilizando daquele corpo quente, sedento, que pedia desesperadamente todas as formas de gozo.
Entorpecido pela imagem, pelo vinho, pela situação, ele se abaixa, afasta os cabelos da nuca daquela mulher, alvo de todos os seus desejos concentrados naquele instante. Pede baixinho, com carinho, quase como um menino que ela tire o jeans, a calcinha, mas deixe os saltos e que fique de quatro, para que possam se unir da forma mais gostosa, sensual, prazerosa e safada possível.
Ela se vira inteira, olhando nos olhos dele e acompanhando ele desviar o olhar para suas mãos, que atendem prontamente o pedido sussurrado da forma mais delirante e deliciosa no ouvido dela. Ele segue acompanhando o jeans e a calcinha que descem juntos, passando por um pé e depois pelo outro. A observa como quem vislumbra a mais bela obra de arte pintada pelo mais famoso e talentoso pintor. Ela se sente desejada, e isso a torna cada vez mais sexy e provocante para aquele homem que só com o olhar tem a capacidade de deixá-la zonza.
Ela atende ao seu pedido. Delicada, deitada sobre o tapete, vai subindo seus quadris, sentido a mão, respeitosa naquele momento, aguardando os movimentos dela, pousada em sua cintura, até que ela fica de quatro e através do olhar, e somente assim, o convida a penetrá-la, preenchê-la e iniciar o ato que os dois querem desde o momento que seus olhares se cruzaram na escada.
Ele a toma como sua fêmea, encaixando carinhosamente e sedento, buscando saciar suas vontades e também as dela. Numa violência consentida, usa de força e carinho, doma a fera que existe nela e a faz a felina mais dócil e manhosa em suas mãos, através do prazer. Ela, sedenta de tais carinhos, corresponde, acompanhando-o no ritmo e na cadência que ele dita. Os corpos se envolvem, se tocam, se cheiram, se misturam. Tornam-se um só. Plenamente um único ser. Completo em todo seu desejo, fúria, ardência, tesão e necessidade. Num ritmo encontrado em senso comum, eles se movimentam e se saciam juntos, tornando essa dança em algo cada vez mais frenético e sensual, gostoso, prazeroso e quase impossível de ser interrompido.
E é num lampejo de espasmos e tremuras, suor e pegadas fortes, trazendo, cada um, o corpo do outro para si, que alcançam o clímax, o auge, o gozo, o orgasmo, o prazer máximo que eles, e somente eles, podem lhe proporcionar. Tremem juntos, gemem juntos, se pegam, se tocam, se beijam, ela virada para trás, lhe oferecendo os lábios intumescidos de tesão e recebidos com ardência pelos dele, sedentos, daquela boca que lhe enlouquece. Entregam-se ao prazer total, abraçados, unidos, ofegantes e certos de que o destino os fez estarem juntos ali naquele instante, naquele momento. Era o momento deles. Momento de mais uma entrega. E nenhum lugar no mundo seria mais certo de estarem, senão ali.
Exaustos, felizes e entre carinhos, beijos ardentes e aconchego, eles se entrelaçam, se abraçam e se deixam ser tomados pelo êxtase pós orgasmo, se deixando levar pela música que ainda toca as últimas faixas, pela iluminação fraca das velas que chegam ao final, pelo som distante do mensageiro do vento que balança lento na varanda e assim adormecem juntos, envolvidos em um misto de paz interior, satisfação pessoal, realização sexual, mas principalmente, embalados pela sensação de felicidade que poucas coisas nos proporciona, como o sexo, o gozo, o orgasmo e o prazer intenso.
Com tesão e prazer,
Mistéria!
Ela se sentiu sensível e excitada desde o momento que acordou. Passou o dia com imagens sensuais, coisas provocantes e vontades contidas. Ao final do dia, decidiu que um banho a ajudaria a se sentir melhor e mais tranquila. Estava tirando suas roupas quando uma mensagem pra lá de ousada chega em seu celular. Era ele! Aquele que vive invadindo seus sonhos, fantasias e fetiches sem ser convidado. Namorado? Não! Em comum acordo, decidiram que não queriam isso. Algo maduro, já que são dois adultos independentes e de cabeça aberta.
Na mensagem dizia somente o trivial: "Vontade de ter você!"
Ela sorriu. Gostava do jeitinho sutil que ele a atiçava. E como a atiçava! Era simples e ao mesmo tempo tão íntimo. E isso a deixava encantada. Deixou seu celular no bolso do roupão branco que vestia e abriu o chuveiro. Teve o cuidado de prender seus cabelos e assim que entrou embaixo do chuveiro escutou outro som de mensagem chegando. Com seu corpo molhado, secando somente a mão, leu: "Pare o que está fazendo e venha ser minha! Eu sei que você também quer... estou esperando você!".Ela retornou ao chuveiro, já excitada com a força pedante com que ele a provocava. E pensando que o pior é que ele sabia exatamente como tê-la quando e onde quisesse. Tomou seu banho pensando nele. Pensando no toque das suas mãos. E em lampejos de tesão e desejo, suas próprias mãos se transformavam nas mãos dele. Percorriam colo, seios, barriga, cintura, pernas, coxas, virilha... Tinha vontade de se tocar. Pensar nele e na forma como a dominava psicologicamente a deixava excitada, cheia desejos e com o tesão à flor da pele. Ali mesmo, ainda no banho, decidiu que faria a vontade dele: iria parar tudo e ir ao seu encontro.
Saiu do banho sentindo-se excitada pela expectativa de vê-lo. Sabia dos gostos e provocações que o deixavam louco. Escolheu com muito cuidado o que vestir: Um corpete branco, tomara que caia, rico em detalhes, mas simples ao mesmo tempo. A calcinha, combinava com o corpete, com um pouco de brilho na parte da frente, pequena, de tiras nas laterais e minúscula atrás, ressaltando um bumbum empinado, com aquela leve penugem dourada de quem se expõe ao sol de tempos em tempos. Para completar o look, um jeans, claro, justo e de cintura baixa.
Nos bolsos de trás, pedrinhas brilhavam e ajudavam-na ficar ainda mais sensual. Como a noite não estava das mais quentes, vestiu um casaco que escondia toda a sensualidade daquele corpete branco e provocante e fechou o zíper até o pescoço, escondendo até mesmo o colarzinho que usava, e que morria à altura do meio de seus seios. Era um pingente que brilhava tanto quanto as pedrinhas dos bolsos do seu jeans, justo, claro e sexy. Calçava um scarpan preto, de salto agulha que a deixava com uma pose de mulher. Tirava sua imagem natural de menina, que seria ressaltada caso optasse por um tênis ou uma bota. Comum demais para ela neste instante. Queria mesmo era instigá-lo. Provocar. Seduzir. Fazer suas vontades pedidas nas mensagens. Complementos? Claro! Perfume entre os seios, nos lacinhos da calcinha, na parte interna das coxas. Brincos de argola prateados. Uma pulseira para acompanhar as pedrinhas do jeans e do pingente. E, o prato principal: ela mesma, com toda sua vontade de entrega e de se saciar.Passou em sua adega. Um vinho chileno e 2 taças. O suficiente para minutos que precedem o que mais se quer. Desceu do táxi, altiva, e de uma forma deslumbrante. Cabelos ao vento, arrumada, maquiagem marcante nos olhos. Lábios com um brilho sutil de gloss, suficientemente sexy para que seus lábios grossos e carnudos fossem notados. O porteiro do prédio, conhecido já há algum tempo, diz boa noite, comendo-a com os olhos. Ela responde com um sorriso, num misto de sensualidade, simpatia, educação e exalando feminilidade. Decide pelas escadas. Liga para ele do seu celular dizendo que está subindo degrau por degrau. Ele ouve, através do aparelho, o som das suas passadas e dos saltos, batendo no chão. Aquela cadência e ritmo o fazem imaginá-la de salto e ele sorri ao perceber que ela se preocupou em usar algo que ele gosta. Ela pede para ele que destranque a porta e que prepare algo para abrir o vinho que ela tem nas mãos e para que ele volte correndo e a espere na porta.
O frenesi ocorre em ambos quando ela vira deslumbrante e impecável, o último lance da escada e seus olhos claros se deparam com os dele enquanto ela sobe linda e em câmera lenta. Ele veste um jeans azul tradicional, camiseta hering branca e descalço, sorrindo para a imagem da mulher que é seu objeto desejo. Corre a mão pelos cabelos, ciente de que este gesto que ele ouviu em uma confidência dela, entre sussurros, a seduz profundamente e ele o faz justamente para provocá-la, com aquele sorriso delicioso, audacioso e atrevido.
Ela acaba de subir os últimos degraus sorrindo para ele. Aquela aparência de largado, descalço e barba por fazer, a faz suspirar de desejo. Aquele homem realmente mexia com todos os sentidos dela. Sente um arrepio subir por sua espinha quando ele simplesmente pousa a mão em sua cintura e lhe beija a face, esbarrando propositalmente o canto de seus lábios nos dela.
Ela entra. Ele deixou o apartamento à meia luz, iluminado somente por velas e ela percebe a ausência da mesa de centro no tapete da sala. Pousa então as taças pendentes em sua mão sobre o chão, agachando-se e sentando sobre suas próprias pernas. O tapete branco, felpudo, é um convite para simplesmente ignorar o sofá. Ela pede, olhando nos olhos de um jeito meigo e dengoso, que ele coloque algo para escutarem. Enquanto isso, ele a devora com os olhos. Abre o vinho e deixa a garrafa na mão dela, enquanto passa em direção ao som. Tudo em volta chama e aguça a sensualidade existente entre os dois. Pouca luz, muitas trocas de olhares, o vento que embala levemente as cortinas leves e que faz o mensageiro do vento e o filtro dos sonhos, pendurados na varanda, darem sinal de que estão ali testemunhando tudo que irá acontecer naquele local. Ele coloca algo calmo, para que possam se ouvir. Gostam de trilhas como Jack Johnson, que é a escolha dele e que a agrada muito naquele momento.
Não que necessariamente ele queira conversar, mas quer e precisa ouví-la.

Ao se sentar ao lado dela, pega em sua mão a taça com o vinho tinto, seco, escuro e brinda olhando-a nos olhos. Conversam com milhões de intenções nas entrelinhas de cada frase dita. Divertem-se juntos. Não se cobram nada. E isso torna o prazer da companhia algo saudável, agradável e sem culpas, deixando-os livres para simplesmente se curtirem. É ela quem avança o sinal. Mesmo sabendo que foi ele quem a chamou. Que foi ele quem cedeu primeiro. Que foi ele quem teve que pedir e quase suplicar a presença dela. Ela avança! E avança com firmeza. Como uma mulher que se conhece e que necessita cessar suas vontades. Seus olhos clamam pelos olhares dele. Suas mãos querem tocá-lo. Seu corpo inteiro pede para ser tomado e ela, num ímpeto de desejo e fúria, toma a taça de sua mão, pousando-a ao lado da sua, no chão. O empurra com carinho, com a mão espalmada sobre o centro do seu peito e o faz deitar e se apoiar sobre seus cotovelos. Ajoelhada então, de frente para ele, decide mostrar que sua vontade a levou a ser detalhista quando abriu as portas de seu guarda-roupa.
Olhando em seus olhos, abre vagarosamente o zíper de seu casaco, revelando a ele o corpete branco, justo, sensual, decotado e cheio de detalhes. Pendurado em seu pescoço, em meio aos seus cabelos soltos, a corrente com o pingente brilhante em formato de um gato. Ele olha para ela com o desejo de possuí-la e esta simples provocação de empurrá-lo e tirar seu casado o faz ter a atitude que ela mais queria: Ele a segura pelos quadris com a mão esquerda e segurando-a pelos cabelos da nuca trás sua boca até a dele, a envolvendo em um beijo quente, lento, provocante, intermediado por mordidas gostosas, sussurros onde não se entende nada e ao mesmo tempo se entende tudo. Ele a puxa pro chão, fazendo-a deitar de bruços e ágil e voraz, abre seu jeans e se deita sobre ela, entrando vagarosamente com a mão quente e voluntariosa por dentro de sua calcinha.
Fica louco ao perceber que sua veste de baixo é fina, delicada e pequena. Provocante. Tem certeza que ela escolheu pensando nas preferências dele. Numa tara louca se afasta e abaixa a calça dela até o meio de suas coxas, vislumbrando aquela calcinha branca, combinada com o corpete. Tudo é perfeito. A música, a visão daquela pele morena, o contraste com o branco, a mistura entre pureza e depravação, a malícia dela ao escolher aquelas peças provocantes para tirá-lo do sério. Ele se sentia o homem mais feliz do mundo por ter o poder de atrair para si uma fêmea que sabe o que quer, quando quer, como quer e o quanto quer. Sentia que naquele momento, ela era sua. Totalmente sua. E que ele era seu dono, seu macho, e iria se satisfazer ao se bel prazer utilizando daquele corpo quente, sedento, que pedia desesperadamente todas as formas de gozo.
Entorpecido pela imagem, pelo vinho, pela situação, ele se abaixa, afasta os cabelos da nuca daquela mulher, alvo de todos os seus desejos concentrados naquele instante. Pede baixinho, com carinho, quase como um menino que ela tire o jeans, a calcinha, mas deixe os saltos e que fique de quatro, para que possam se unir da forma mais gostosa, sensual, prazerosa e safada possível.
Ela se vira inteira, olhando nos olhos dele e acompanhando ele desviar o olhar para suas mãos, que atendem prontamente o pedido sussurrado da forma mais delirante e deliciosa no ouvido dela. Ele segue acompanhando o jeans e a calcinha que descem juntos, passando por um pé e depois pelo outro. A observa como quem vislumbra a mais bela obra de arte pintada pelo mais famoso e talentoso pintor. Ela se sente desejada, e isso a torna cada vez mais sexy e provocante para aquele homem que só com o olhar tem a capacidade de deixá-la zonza.
Ela atende ao seu pedido. Delicada, deitada sobre o tapete, vai subindo seus quadris, sentido a mão, respeitosa naquele momento, aguardando os movimentos dela, pousada em sua cintura, até que ela fica de quatro e através do olhar, e somente assim, o convida a penetrá-la, preenchê-la e iniciar o ato que os dois querem desde o momento que seus olhares se cruzaram na escada.Ele a toma como sua fêmea, encaixando carinhosamente e sedento, buscando saciar suas vontades e também as dela. Numa violência consentida, usa de força e carinho, doma a fera que existe nela e a faz a felina mais dócil e manhosa em suas mãos, através do prazer. Ela, sedenta de tais carinhos, corresponde, acompanhando-o no ritmo e na cadência que ele dita. Os corpos se envolvem, se tocam, se cheiram, se misturam. Tornam-se um só. Plenamente um único ser. Completo em todo seu desejo, fúria, ardência, tesão e necessidade. Num ritmo encontrado em senso comum, eles se movimentam e se saciam juntos, tornando essa dança em algo cada vez mais frenético e sensual, gostoso, prazeroso e quase impossível de ser interrompido.
E é num lampejo de espasmos e tremuras, suor e pegadas fortes, trazendo, cada um, o corpo do outro para si, que alcançam o clímax, o auge, o gozo, o orgasmo, o prazer máximo que eles, e somente eles, podem lhe proporcionar. Tremem juntos, gemem juntos, se pegam, se tocam, se beijam, ela virada para trás, lhe oferecendo os lábios intumescidos de tesão e recebidos com ardência pelos dele, sedentos, daquela boca que lhe enlouquece. Entregam-se ao prazer total, abraçados, unidos, ofegantes e certos de que o destino os fez estarem juntos ali naquele instante, naquele momento. Era o momento deles. Momento de mais uma entrega. E nenhum lugar no mundo seria mais certo de estarem, senão ali.
Exaustos, felizes e entre carinhos, beijos ardentes e aconchego, eles se entrelaçam, se abraçam e se deixam ser tomados pelo êxtase pós orgasmo, se deixando levar pela música que ainda toca as últimas faixas, pela iluminação fraca das velas que chegam ao final, pelo som distante do mensageiro do vento que balança lento na varanda e assim adormecem juntos, envolvidos em um misto de paz interior, satisfação pessoal, realização sexual, mas principalmente, embalados pela sensação de felicidade que poucas coisas nos proporciona, como o sexo, o gozo, o orgasmo e o prazer intenso.
Com tesão e prazer,
Mistéria!
01 - Minha 1ª Postagem!

Nesta 1ª postagem, gostaria de deixar registrada minha expectativa por finalmente sair da inércia e começar a escrever algo. Hoje, será um hobbie. Amanhã, quem sabe, um sonho realizado e talvez uma ou mais obras concluídas.
Minha opção por começar através de um blog é uma forma de me manter no anonimato, expor minhas ideias, obter opiniões imparciais dos leitores que acessarem, sobre minha maneira pessoal de escrever e me expressar e, eu diria, um ato de encorajamento no campo da escrita.
Declaro desde já minha assumida imaginação fértil, que viaja por prazeres e seduções em grandes atos ou em mínimos detalhes. Acredito piamente que para se escrever sobre um assunto, antes de mais nada, a escolha deste deve ser feita com paixão, o que requer vontade, intimidade e gosto pelo assunto escolhido. Escolhi, então, falar sobre sexo. Não o sexo nu e cru. Minha escolha passa por delírios pessoais, por relatos dos quais fui ouvinte, por devaneios compartilhados, sendo eles reais ou não. Trilha os caminhos da sedução, da provocação, das formas instigantes que os seres humanos encontram para atrair o alvo, a meta, o ser desejado, a escolhida, a caça, o prêmio, o troféu, independentemente deste ser do sexo oposto ou não. O tesão, a vontade, o prazer, a química, o toque, o cheiro, tudo isso independe da opção sexual de cada um, pois no fim das contas, o instinto acaba nos fazendo regredir às nossas origens mais animalescas quando nos conhecemos, nos liberamos e nos perimitimos sexualmente, sendo entre quatro paredes ou não.
Cito desde já que as identidades das personagens nunca deixarão um rastro de quem elas são, se realmente existem ou existiram. As histórias poderão ser frutos da minha imaginação, dos meus desejos, fetiches, expectativas, vontades ou a tradução, em minhas palavras, de relatos de amigos e amigas, conhecidos, confidentes, pessoas íntimas ou simplesmente desconhecidos do vasto mundo virtual. Enfim, somente eu, de acordo com meus valores e reservas, saberei de quem falo, de quando falo, de onde falo, assumindo assim a responsabilidade e o compromisso comigo mesma de que a origem das histórias deverão ser mantidas como um segredo de confissionário e terão assim sigilo absoluto.
Conclusões? São pessoais demais para que sejam estipuladas.
Só desejo que gostem de cada palavra escrita, de cada história relatada ou simplesmente tenham o prazer da leitura através da minha visão. Saibam que é com muito carinho, dedicação e empenho que inicio mais este hobbie e minha vida.
Venha sempre!! Será sem um imenso prazer recebê-lo neste blog!
Com carinho,
Mistéria
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